André , Faria , Dany , Luís , Costa( Carlos ) , Vitor , Deco ( Canudo ) , Bruno ( Daniel ), Diogo Lopes , Fábio , Nando
Amarelos : Vitor
Golo : Bruno
Amarelos : Vitor
Golo : Bruno
O Delães deslocou-se a Pevidém para mais uma jornada do Campeonato
Distrital Divisão Honra serie B. Um encontro difícil para a equipa de Delães
visto que uma equipa jovem mas a praticar bom futebol.“Mostrámos capacidade de força” “Sabíamos da dificuldade deste jogo perante um adversário que tem um projecto de subida no Pró-Nacional. Tentámos ser iguais a nós próprios, sabíamos que íamos ter muitas dificuldades, mas procurámos sempre dar o nosso melhor, procurámos o golo e a vitória, porque o nosso objectivo passava por seguir em frente. Não foi possível. Vamos continuar o nosso percurso. O autogolo foi uma situação de jogo, são coisas que acontecem, a partir daí há que voltar a entrar no jogo e na intensidade que estávamos, procurando a vitória. Foi o que a equipa fez. Demos mostras de uma grande capacidade de força, de espírito colectivo, de espírito de sacrifício, e por isso estou satisfeito com aquilo que fizemos dentro de campo. Agora vamos regressar ao nosso grande objectivo, que passa pelo campeonato e pela manutenção. É um projecto que está ainda em formação, temos jogadores muito jovens, é preciso darmos tempo para que os resultados surjam naturalmente. O trabalho está à vista de toda a gente, por isso temos que pensar já no próximo jogo, que é logo no início do ano.”
Organizada e com um enorme espírito combativo, a equipa do Pevidém fez frente ao Ninense. Apenas um golo na própria baliza abriu caminho ao triunfo da equipa do Pró-Nacional. Sábado de Taça em Pevidém. O conjunto de Rui Mota recebeu o Ninense, equipa que disputa o Campeonato Pró-Nacional da A.F. Braga, mas não conseguiu seguir em frente na prova, depois de ter eliminado o Viatodos na última ronda. Perante um adversário que dispõe de outros argumentos, a jovem equipa do Pevidém tentou responder com um enorme coração e com muita organização. Conseguiu-o, mantendo o nulo no marcador até à passagem do minuto 60. O Pevidém jogou quase sempre atrás da linha da bola e a espreitar transições rápidas para o ataque. A equipa de Nine deu a provar ao Pevidém do seu próprio veneno na hora de criar perigo. Assumindo o jogo, mas sem conseguir chegar perto da baliza do Pevidém com perigo, a equipa orientada pelo vimaranense João Fernando esperou que o Pevidém se desorganizasse para em transição visar a baliza de André. Logo aos sete minutos o Ninense aproveitou um canto a favor do Pevidém, para recuperar a bola e se lançar em contra-ataque. Apenas André, que rubricou uma exibição de gala, parou o remate de João, jogador que na época passada representou o Brito. No primeiro tempo o Pevidém teve apenas um remate digno de registo, por intermédio de Fabinho, mas ainda assim foi resolvido sem problemas de maior pelo guarda-redes do Ninense. No segundo tempo a pressão da equipa que disputa o principal campeonato da A.F. Braga acentuou-se e o Pevidém passou por dificuldades depois do descanso. Sobressaiu o guarda-redes André com um leque de intervenções verdadeiramente espectaculares. O enorme coração do Pevidém foi traído ao minuto 63 quando num lance aparentemente inofensivo, Crista introduziu a bola na sua própria baliza. David tirou o cruzamento na esquerda, a bola saiu tensa e passou pelo guarda-redes André. Nas costas do guarda-redes e com um adversário também nas suas costas, ainda que com uma distância considerável, Crista, a meias com o relvado deficitário na zona da baliza, introduziu a bola na própria baliza. Sem grande capacidade de reacção, o Pevidém sofreu novo golo ao minuto 77. Denis, com a baliza escancarada depois de um primeiro remate de Barroso em que o defesa-central Costa cortou em cima da linha de golo, atirou para o fundo das redes estabelecendo o resultado final. Termina por aqui a participação do Pevidém na presente edição da Taça da A.F. Braga. O triunfo do Ninense não sofre contestação, a superioridade da equipa do Pró-Nacional foi evidente durante os 90 minutos. Mesmo diante de um adversário de escalão superior, os miúdos de Rui Mota não viraram a cara à luta e venderam cara a derrota. Se o autogolo não traísse o seu enorme coração, até onde poderiam ter ido os briosos, mas bons de bola, miúdos do Pevidém?
“Não tivemos o factor sorte” “Era um jogo complicado porque defrontávamos um candidato à subida e que ocupa o quarto lugar. Sabíamos de antemão que ia ser um jogo muito difícil. Apesar disso apresentámo-nos muito bem e fortes, procurando o golo e o triunfo. A equipa esteve muito bem, reagiu ao golo sofrido e merecíamos um pouco mais na parte final. Um segundo golo era merecido. Temos uma equipa muito jovem e estamos numa fase de construção e de evolução. É normal que certos processos ainda não estejam tão delineados como a gente pretende, mas mesmo assim conseguimos com entrega e atitude, só que não tivemos o factor sorte em algumas bolas que não entraram. Parabéns ao Pica e à minha equipa pelo excelente jogo e ainda vamos ganhar mais jogos e pontuar, que é aquilo que pretendemos.
Não foi um grande jogo, mas valeu pela alta intensidade e equilíbrio
“Temos um grupo muito forte”
“Tivemos muitas dificuldades pois encontrámos um adversário que jogou com um bloco muito baixo, à espera de adormecer o jogo, mas nós tentámos sempre ter bola. Praticamente na única vez que chegou à nossa baliza o Gerês acabou por chegar ao golo. Na segunda parte continuámos a fazer o que estávamos a fazer na primeira, pois estávamos a jogar bem. Em inferioridade numérica conseguimos dar a volta ao resultado pois temos um grupo muito forte. A equipa acabou por se unir ainda mais e foi assim que conseguimos vencer com justiça. Esta vitória é dedicada a todos os que nos têm acompanhado desde a primeira hora e acreditam no trabalho destes jovens. Acredito que o futuro será muito risonho para a nossa equipa.”
Boa reacção do Pevidém na segunda parte permitiu-lhe um triunfo justo, perante um Gerês que actuou quase sempre em contra-ataque. O Pevidém venceu com naturalidade o Gerês, mas passou por algumas dificuldades, principalmente na primeira parte, onde demonstrou ser algo masoquista, permitindo que o adversário, em alguns períodos, estivesse por cima. Numa primeira parte com poucos momentos de interesse, o Pevidém teve apenas duas situações para pôr à prova o guarda-redes adversário: aos sete minutos Diogo Lopes, num remate de fora da área, obrigou o guarda-redes geresiano a defesa apertada; e aos 10 minutos foi a vez de Ruca, num excelente remate junto à linha da meia lua, obrigar o guarda-redes forasteiro a defesa vistosa para canto. Muito pouco para uma equipa que jogava perante os seus (poucos) adeptos que começavam a perder a paciência por verem pouca qualidade e empenho dos seus jogadores. E ainda mais irritados ficaram quando a equipa do Gerês, numa das poucas jogadas de contra-ataque, conseguiu chegar à vantagem no marcador num bonito golo de Júnior, que passou por dois adversários e à saída do guarda-redes fez um chapéu, conferindo vantagem para a sua equipa ao intervalo. Na segunda parte o Pevidém cedo começou à procura de dar a volta ao marcador, mas mesmo assim ainda apanhou um valente susto aos 47 minutos quando o autor do golo do Gerês, Júnior, depois de passar por um defesa rematou em jeito, com a bola a bater no travessão. Este lance acabou por ser o canto do cisne dos forasteiros, pois a partir daí o Pevidém tomou conta do jogo e numa altura em que passou a jogar em inferioridade numérica - Bruno, que havia entrado ao intervalo, esteve apenas 12 minutos em campo pois aos 57 viu o vermelho directo. Por ironia do destino a partir daí a equipa local apareceu com muita mais frequência no meio-campo ofensivo e chegou ao golo da igualdade aos 61 minutos, com um livre marcado na zona intermediária para a área do Gerês, onde apareceu David liberto de marcação a marcar. Aos 65 minutos os visitantes tentaram responder com Geovanni a rematar de fora da área para defesa vistosa de André para canto. O Pevidém deu a cambalhota no marcador aos 71 minutos com uma rápida jogada de contra-ataque a apanhar a defesa adversária adiantada, com David muito rápido a aparecer isolado na cara do guarda-redes contrário e a desviar a bola fora do alcance deste para o fundo da baliza. Estava consumada a reviravolta no marcador e com ela a vitória dos locais, que acabaram por ainda chegar ao terceiro talvez na melhor jogada do encontro, com Fabinho do lado esquerdo do ataque a cruzar muito bem para o coração da área onde apareceu completamente liberto de marcação Diogo Lopes, que com um excelente golpe de cabeça colocou a bola pela terceira vez no fundo da baliza, consolidando uma vitória do Pevidém que passou por algumas dificuldades para obter os três pontos, acabando por justificá-los pelo que fez no segundo tempo, perante um adversário que demonstrou ter muitas lacunas na sua equipa para o campeonato difícil que tem pela frente. Arbitragem razoável.
.jpg)
“Árbitro tirou-nos os três pontos” “Sabíamos que este jogo ia ser complicado. O Ponte está em último lugar, estreava um treinador e isso tem sempre um efeito psicológico muito grande. Nós procurámos a vitória desde o início, os meus jogadores tiveram uma atitude excepcional desde o primeiro minuto, procurámos ser iguais a nós próprios, só que quando jogamos contra uma terceira equipa as coisas ficam mais complicadas. A equipa do Ponte fez um bom jogo, nós fizemos um bom jogo. Merecíamos inteiramente a vitória, mas infelizmente quando uma terceira equipa não se enquadra na qualidade do jogo acontecem estas situações. Lamento porque, face ao que fizemos, merecíamos os três pontos. É complicado quando perto do final do encontro não há dúvidas ao marcar um penalti contra nós e de seguida num livre directo o árbitro anulou-nos um golo. Tirou-nos os três pontos, que era o que vínhamos aqui buscar.”
Empurrões e tensão no campo Uma grande penalidade assinalada ao minuto 90 e um golo anulado quando já passavam cinco minutos para lá da hora, fizeram com que o jogo terminasse com muita tensão no Campo do Ponte. Nuno Mendes, director-desportivo do Pevidém, foi expulso na sequência do golo invalidado ao minuto 95. O dirigente entrou no terreno de jogo protestando com o fora-de-jogo assinalado. O encontro terminou de imediato, e os protestos continuaram, dando origem a uma troca de empurrões no centro do terreno entre elementos das duas equipas. Luís Faria, capitão do Pevidém, acabaria por ser expulso já depois do apito final. A tensão extravasou para os adeptos, registando-se escaramuças na rua contígua ao Campo Dr. João Afonso de Almeida. Em ambos os casos, a situação foi sanada sem intervenção policial.
Ponte e Pevidém dividiram pontos num jogo polémico. Dérbi vimaranense terminou empatado a duas bolas e com muita confusão. Margo Rodrigues estreou-se no banco do Ponte num jogo em que o Pevidém criticou a arbitragem. Os campeonatos distritais há muito que não sentiam o pulso a um dérbi vimaranense entre o Ponte e o Pevidém. As duas equipas mediram forças no passado sábado para protagonizar um jogo escaldante e com todos os ingredientes. As emoções fortes ficaram reservadas para a parte final do encontro, tendo os quatro golos, todos apontados na sequência de lances de bola parada, surgido no último quarto-de-hora. Último na tabela classificativa, o Ponte estreou Marco Rodrigues no banco de suplentes, sucedendo a Zé Maria no comando técnico. Também numa situação pouco confortável na tabela classificativa, o Pevidém procurava dar seguimento ao triunfo diante do Emilianos. Marco Rodrigues viu a sua equipa dar uma boa resposta no primeiro tempo, dispondo de várias ocasiões para marcar, mas a falta de eficácia impediu que a equipa da casa se adiantasse no marcador. Situação que aconteceu apenas ao minuto 75, quando Armando correspondeu da melhor forma a um pontapé de canto apontado por Sténio. A defesa do Pevidém ficou mal na fotografia, uma vez que Armando cabeceou sem oposição ao segundo poste. A equipa do Pevidém demonstrou grande carácter quando esteve em desvantagem e deu a volta ao resultado. Primeiro foi Nando, a cabecear bem no coração da área, dando seguimento ao pontapé de canto apontado por Fabinho, num golo fabricado por dois jogadores que saltaram do banco de suplentes. Depois foi Dany a assinar o momento da tarde, ao apontar de forma exímia um livre à entrada da área que apenas parou no fundo das redes. Livre superiormente cobrado ao ângulo superior esquerdo da baliza de Parauta, quando havia apenas mais três minutos para se jogar. Em cima da hora, ao minuto 90, Vasco não desperdiçou uma grande penalidade e carimbou o empate a duas bolas que ditou a divisão de pontos. O penálti surgiu a castigar uma mão na bola por parte de Diogo Lopes no interior da área. De nada valeram os protestos dos jogadores do Pevidém, que veriam ainda ser-lhes invalidado um golo quando já passavam cinco minutos para lá da hora. Na sequência de um livre directo a bola acabou no fundo das redes sem ter tocado em ninguém, mas o árbitro auxiliar entendeu que o elemento mais adiantado do Pevidém interferiu no lance ao atacar a bola. Lances polémicos a fazer a temperatura subir nos minutos finais do encontro, com decisões difíceis para a equipa de arbitragem liderada por Júlio Moura. O empate acaba por se ajustar em virtude da melhor primeira parte do Ponte e da resposta cabal dada pelos jogadores do Pevidém à desvantagem.
Está alcançado o objetivo. Com maior ou menor dificuldade, o nome do Pevidém vai figurar no sorteio da 3ª eliminatória da Taça A.F. Braga. A equipa vimaranense venceu o Viatodos e segue em frente na prova, mas não se livrou de trabalhos extra e de um valente susto para vencer o jogo que desde cedo esteve controlado. Em apenas 11 minutos a equipa de Rui Mota apontou dois golos, mesmo que apenas tivesse feito um remate à baliza, e aos dezasseis minutos já vencia por uma margem confortável. Primeiro Ruca, de fora da área com um remate forte, mas que mesmo assim contou com a preciosa ajuda do guarda-redes adversário, pôs o Pevidém a vencer logo aos cinco minutos. Aos 16 a eliminatória ficava praticamente resolvida com o segundo golo da equipa de São Jorge de Selho. Diogo Lopes, o herói da partida, interceptou um alívio da defesa do Viatodos no interior da área e viu o esférico entrar directamente na baliza do guarda-redes Pinto. Via aberta para uma tarde de Taça tranquila, mas do outro lado havia um Viatodos disposto a não entregar as armas. A meias entre um crescimento da equipa forasteira e um relaxamento inexplicável do Pevidém, o Viatodos cresceu e reduziu a desvantagem antes do intervalo. Numa jogada de insistência da equipa de Barcelos, já depois de ter enviado uma bola à trave da baliza de André, Hélder marcou de pé esquerdo e reabriu a história do jogo. O intervalo não foi bom conselheiro para o Pevidém, que logo aos quatro minutos do segundo tempo consentiu o golo da igualdade. Inimaginável, em apenas quatro minutos, ainda que com o intervalo pelo meio, a equipa vimaranense desmoronou-se e perdeu a vantagem de dois golos. Mérito para o capitão do Viatodos, Dida, que de livre directo bateu o guarda-redes André e fez voltar os fantasmas às hostes do Pevidém. Com a temporada a não começar de feição, a exibição prometedora na Taça parecia ser o tónico que faltava para a recuperação, mas o desenrolar do jogo fez aumentar as dúvidas em torno da equipa de Rui Mota. Impensável, os 90 minutos esgotaram-se com um empate que obrigou a que se jogasse prolongamento. Prémio para a crença do Viatodos, penitência para um Pevidém que ameaça ruir a cada adversidade. Sem grandes rasgos de genialidade ou lances de perigo junto das balizas, Diogo Lopes acabou por ser a figura do encontro ao bisar na partida, resolvendo assim a eliminatória a favor do Pevidém. O jovem jogador converteu uma grande penalidade, que o próprio sofreu, e selou o resultado final. Rafa, que cometeu a grande penalidade, foi expulso e deixou o Viatodos com menos uma unidade. O resultado não mais se alterou e, no prolongamento, o Pevidém lá carimbou a passagem à próxima fase da Taça A.F. Braga. Teve uma oportunidade para deitar para trás das costas a malapata deste início de época, mas apesar de cumprir com a sua missão, fê-lo com uma exibição tímida.
O Pevidém viajou até Ruivães, onde defrontou o Ruivães,
com quem perdeu, numa partida em que merecia no mínimo pontuar mas que acabou
por faltar aquele danoninho que ajudar a chegar onde por vezes parece não se
conseguir, apesar de se fazer tudo para isso.